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Alzheimer: o que é e como tratar?

O Alzheimer uma enfermidade incurável, mas que pode (e deve) ser tratada para que se possa ter os sintomas reduzidos no futuro. Saiba mais sobre o tema lendo nosso artigo:

Você sabe o que é a Doença de Alzheimer (DA)? Dentre os mais de 60 tipos de demência que existem no mundo, o Alzheimer é o mais recorrente. Trata-se de uma enfermidade incurável que atinge majoritariamente pessoas idosas e que agrava ao longo do tempo. Apesar disso, é uma doença que pode (e deve) ser tratada para que se possa ter os sintomas reduzidos no futuro.

A Doença de Alzheimer é mais presente do que pensamos. De acordo com dados da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), estima-se que existam cerca de 35,6 milhões de pessoas com a Doença de Alzheimer no mundo, sendo 1,2 milhão de casos – a maior parte deles ainda sem diagnóstico – localizados no Brasil. Esses números não diagnosticados fazem parte do total porque, em muitos casos, o Alzheimer é descartado pela hipótese de ser apenas um “declínio cognitivo causado pelo envelhecimento”, já que é uma doença predominantemente voltada para a terceira idade.

Por ser uma doença tão recorrente na vida da população, que pode começar décadas antes dos primeiros sintomas, foi incentivado a criação de um dia específico para falar sobre o tema. Todos os anos, no dia 21 de setembro, é relembrado o Dia Mundial da Conscientização da Pessoa com Alzheimer. Essa data tem o objetivo de debater e conscientizar sobre o assunto, além de reforçar a importância da pessoa com Alzheimer não ter seus direitos e cidadania impedidos por conta desta doença.

 

  1. Sintomas

Existem vários sintomas característicos da Doença de Alzheimer, sendo eles divididos em 3 etapas: inicial, intermediária e avançado.

Os principais sintomas envolvem:

  • Falta de memória para fatos recentes;
  • Repetição continua da mesma pergunta;
  • Falha em memórias autobiográficas (como o nome dos filhos e netos);
  • Desorientação em relação ao tempo e ao espaço;
  • Falta de concentração e desorientação do raciocínio;
  • Distúrbio de aprendizado;
  • Incapacidade de elaborar estratégias para resolver problemas;
  • Irritabilidade, suspeição injustificada, agressividade;
  • Afetação na linguagem e habilidades de visuais, auditivas e espaciais.

No estágio inicial, os sintomas raramente são percebidos. Alguns sinais são: problemas de linguagem, perda significativa de memória recente, mudanças de humor, dificuldade em tomada de decisões e ficar perdida em locais familiares.

No estágio intermediário, a doença progride e aparecem mais dificuldades no dia a dia por conta das limitações. Desse modo, a perda de memória abrange eventos recentes e nomes de pessoas, há a incapacidade de viver sozinha, a pessoa precisa de ajuda para realizar a higiene pessoal, aumenta-se a dificuldade com a fala, há a repetição de perguntas e pode haver até mesmo alucinações.

Por fim, no estágio avançado, temos o nível mais próximo da total dependência, pois os distúrbios de memória se agravam. Logo, o indivíduo sente dificuldades para se comunicar, entender o que está acontecendo ao seu redor, reconhecer parentes, amigo e objetos familiares ou manifestar comportamento inapropriado em público.

É importante frisar que essas divisões servem para facilitar o diagnóstico e a definição de que nível está o idoso, mas muitos sintomas acabam sendo manifestados em diferentes estágios e podem se mesclar em um mesmo período.

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  1. Tratamento

Como foi mencionado anteriormente, a Doença de Alzheimer não tem cura, mas há opções de tratamento para retardar os sintomas e proporcionar um envelhecimento saudável e com qualidade.

O tratamento é medicamentoso e prescrito por um profissional da área médica. Este medicamento estabiliza o comprometimento cognitivo, comportamental e ativo das atividades do dia a dia com o mínimo de efeitos colaterais e adversos.

Ainda há os tratamentos não farmacológicos. Por mais que não haja uma forma de prevenção específica, sabe-se que estudar, ler, fazer exercícios, praticar jogos inteligentes e manter a mente sempre ativa contribui para diminuir ou até mesmo inibir a manifestação do Alzheimer.


 

Nesse sentido, as unidades do Altevita contribuem para que o idoso com a Doença de Alzheimer (DA) seja bem cuidado e orientado durante todos os dias da sua vida. Para um tratamento medicamentoso, possuímos uma equipe médica especializada em todas as nossas unidades – Espaço Convivência, Longevità e Altevita Lago – para acompanhar e oferecer os remédios.

Ainda, nossos serviços abrangem uma variedade extensa de atividades lúdicas, cognitivas e de lazer que incentivam a capacidade do idoso e diminuem os sintomas do Alzheimer a médio e longo prazo. Trabalhamos com a estimulação cognitiva, física e social, além de proporcionar um ambiente confortável, seguro e acolhedor para todos os idosos.

Sem dúvidas, morar nos residenciais geriátricos do Altevita é aproveitar o melhor da terceira idade.

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