Dia das mães: quando nós temos que cuidar

Para nós, os filhos, é complicado perceber que nossas mães ficam idosas, que precisam de ajuda. Que aquela mulher forte, carinhosa, protetora, que sempre se desdobrou para fazer tudo o que podia, agora não pode mais. É difícil de aceitar, mas nossas mães envelhecem. 

Domingo, dia 12 de Maio, comemoramos o dia das mães neste ano. Uma data para celebrar e agradecer todas as mães pela dedicação, amor e carinho que dão aos seus filhos diariamente.
E quando a situação se inverte? A velhice é sempre um desafio para pais e filhos.

Para nós, os filhos, é complicado perceber que nossas mães ficam idosas, que precisam de ajuda. Que aquela mulher forte, carinhosa, protetora, que sempre se desdobrou para fazer tudo o que podia, agora não pode mais. É difícil de aceitar, mas nossas mães envelhecem. 

Por mais que a gente queira que ela seja pra sempre daquele jeitinho que lembramos na infância, a aceitação é o primeiro passo para a adaptação da nova dinâmica que o momento exige. Temos que aceitar que nossas mães não vão mais cuidar conseguir delas e nem de nós, e que é a hora de nós tornamos “pais dos nossos pais”.

Deveremos entender as limitações que virão com a velhice: esquecimentos, dificuldade de concentração, diminuição do vigor físico, dificuldades de locomoção, problemas na visão e audição, desenvolvimento ou agravamento de doenças, entre outros problemas.

Vai chegar o dia que precisaremos lembrá-los de tomar o remédio, comer, pegar na mão para atravessar na rua. Não existe uma receita para lidar com essa situação, do mesmo jeito que não existiu uma receita para os nossos pais quando nascemos. Do mesmo jeito que eles aprenderam um dia, teremos que aprender a lidar e superar as dificuldades do dia-a-dia.

Se é um momento difícil para a gente, quem dirá para as nossas mães. Imaginem a dificuldade para essa pessoa que sempre cuidou de tudo e todos, perceber que agora é ela que precisa de ajuda. Não é nada fácil para pessoas que educaram, que eram obedecidos, que foram autoridades, de repente serem “mandados, vigiados, corrigidos”, percebendo que estão perdendo a sua autonomia e independência.

Nesse momento, contar com o apoio de equipe especializada pode fazer uma grande diferença na assistência e manutenção do bem estar, bem como na manutenção dos laços familiares. A equipe do Grupo Altevita está sempre disposta a ajudar!

Neste contexto as Instituições de Longa Permanência para Idosos se tornam uma alternativa para que o cuidado e o bem estar do idoso seja mantido. Na realidade, o idoso que já não tem mais condições de morar só, por necessitar de uma supervisão constante, muda de endereço ( da sua casa ou apartamento para uma Instituição de Longa Permanência para Idosos), o que não significa que as relações familiares precisam ser modificadas. Ele continuará parte da família, porém os cuidados serão oferecidos por equipe profissional.

Em nossas unidades, todos os nossos idosos simplesmente mudaram de sua antiga residência para o Espaço Longevità ou Espaço Convivência. Mas todos continuam recebendo o carinho de seus familiares, com visitas frequentes ( alguns recebem até mais visitar de seus familiares agora do que antes). E continuam a participar da vida de sua família, em festas, almoços, passeios nas quadras, missas de domingo, passando o fim de semana na casa dos filhos.

Temos que sempre fazer o melhor para a pessoa que nos deu a vida, cuidou e nos amou. Sempre pensar na sua felicidade.

Leave a comment